A vingança é um prato que se come frio. E a torcida do Atlético-MG esperou um turno inteiro pela revanche da goleada por 6 a 1 que sofreu para o Vasco, em São Januário, na 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. A diferença de gols não foi a mesma, mas o Galo venceu por 4 a 1, chegou aos 47 pontos ganhos, assumiu o décimo lugar na tabela de classificação e praticamente assegurou uma das vagas para a Copa Sul-Americana do ano que vem.
Já o Vasco permanece com 37 pontos, na 15ª colocação, e segue na árdua luta contra o rebaixamento. Resta aos vascaínos torcerem contra os adversários diretos nos jogos que serão disputados no final de semana. Na próxima rodada, o Atlético-MG vai visitar o Sport, domingo, às 19h10m, na Ilha do Retiro, em Recife. Já o Vasco recebe o São Paulo, domingo, às 17h, em São Januário.
O JOGO
A torcida atleticana lotou o Mineirão e cantou desde o começo embalando os gols do Galo com os gritos de ‘Vou festejar, o seu sofrer, o seu penar’. Um a um eles foram saindo e depois do quarto, marcado por Leandro Almeida, de pênalti, os torcedores passaram a pedir pelo sexto. O Vasco esboçou uma reação aos 23 minutos, com um gol de Madson, mas a derrota já estava sacramentada.
A noite de festa foi completa, já que, além da goleada, o atacante Marques completou 189 jogos com a camisa do Galo e igualou o recorde de Paulo Roberto Prestes, o técnico Marcelo Oliveira fez a sua partida de número 50 no comando do time mineiro e o atacante Euller, que fez história no clube, colocou seus pés na calçada da fama do estádio.
O Atlético-MG dominou as ações desde o primeiro minuto e tomou conta do meio-de-campo. O Vasco tentava jogar no erro do adversário, mas se defendia como podia. A pressão do Galo surtiu efeito logo aos dês minutos. Marques lançou Renan Oliveira pela direita de ataque. Ele cruzou rasteiro e encontrou Castillo na segunda trave, livre de marcação. Ele só teve o trabalho de chutar para abrir o placar.
A primeira grande chance do Vasco aconteceu apenas aos 25 minutos. Madson chutou forte e a bola passou por cima do travessão do goleiro Juninho. Na jogada, o camisa 1 do Galo sentiu dores nas costas e teve que ser substituído por Edson. Dois minutos depois, o time mineiro encaixou um contra-ataque pela esquerda. Renan Oliveira tabelou com Elton, ganhou na corrida da defesa vascaína e chutou rasteiro por baixo do goleiro Rafael.
Depois do segundo gol, o Atlético-MG passou a valorizar mais a posse de bola e diminuiu o ritmo. O Vasco tentou chegar com Edmundo e Madson, mas esbarrou na boa atuação da defesa adversária.
O técnico Renato Gaúcho fez uma mudança no seu time no intervalo. Colocou o meia Leandro Bonfim no lugar do zagueiro Eduardo Luiz para tentar deixar o seu time mais ofensivo. No Galo, Pedro Paulo substituiu Marques, que reclamou de cansaço.
Mas a pressão do Atlético-MG continuou e aos 12 minutos o árbitro Leandro Vuaden marcou pênalti de Rafael em Castillo. No minuto seguinte Leandro Almeida cobrou bem e fez o terceiro gol. Sem dar tempo de o Vasco assimilar o golpe, o Galo teve mais um pênalti a seu favor. Pedro Paulo foi derrubado por Odvan. Aos 16, Leandro Almeida cobrou novamente e marcou o quarto da goleada. Aos 23, Madson cobrou falta pela direita e a bola acabou entrando no canto oposto do goleiro Edson.
Aos 45 minutos, o Vasco ainda teve um pênalti marcado a seu favor. César Prates derrubou Wagner Diniz na área. Leandro Amaral cobrou e, mesmo com paradinha, chutou por cima do travessão.
23/11/2008 - DOM - 18:55 - VASCO PERDE PARA O SÃO PAULO EM SÃO JANUÁRIO: 2 A 1
O JOGO
O Vasco começou agressivo. Com 15 mil apitos, que foram distribuídos antes da partida, os torcedores faziam muito barulho. Em cinco minutos, o time carioca teve três escanteios seguidos. Mas o Vasco não conseguia espaços para finalizar. Só aos 12 minutos ocorreu o primeiro chute cruzmaltino. Wagner Diniz aproveitou sobra na área e bateu forte. Mas a bola tocou na cabeça de Leandro Amaral e saiu. Mas foi o São Paulo que quase marcou. Em um ataque rápido, Dagoberto tocou para Hernanes, que chutou rasteiro da entrada da área. O goleiro Rafael fez uma difícil defesa e espalmou para escanteio.
A chuva apertou. E os jogadores passaram a ter dificuldade de tocar a bola. Aos 16 minutos, outro susto para os vascaínos. Wagner Diniz foi tentar afastar o perigo e deu um bico contra o gol. Rafael defendeu no reflexo. Mas aos 21, não teve jeito. Mateus fez falta boba em cima de Hernanes na entrada da área. Alguns torcedores vascaínos ficaram rezando e preferiram nem olhar o lance. Pareciam adivinhar. Jorge Wagner cobrou muito bem no ângulo esquerdo de Rafael, que pulou e não tocou na bola: São Paulo 1 a 0.
O Vasco quase empatou rapidamente. Primeiro, Wagner Diniz cruzou rasteiro. Anderson foi cortar e quase fez contra. Rogério Ceni espalmou para escanteio. Logo depois, Leandro Amaral recebeu livre na área e chutou rasteiro para fora. Vieram, então, os primeiros gritos de "Ah, é Edmundo", que estava no banco de reservas.
O empate veio com Madson aos 30 minutos. O meia encarou a defesa tricolor e arrancou. Ele chegou na entrada da área e soltou a bomba. A bola desviou em Miranda e encobriu o goleiro Rogério Ceni, que caiu para atrás. A torcida cruzmaltina voltou a cantar. Tudo igual: 1 a 1. E o primeiro tempo terminava com o Grêmio, que vencia o Vitória, em Salvador, como o novo líder do Campeonato Brasileiro.
- Nosso time está deixando o Vasco jogar - reclamou Dagoberto no intervalo.
O Vasco voltou para o segundo tempo ainda sem Edmundo. E o São Paulo não deu tempo nem para aquecer. Jorge Wagner cobrou escanteio, a defesa do Vasco ficou olhando. Hugo apareceu de surpresa e teve tempo de dominar, ajeitar e chutar para fazer o segundo gol. Mateus ficou imóvel, sem dar o combate. São Paulo 2 a 1. A alegria tricolor não se resumia apenas a São Januário. No Barradão, o Vitória empatava a partida com o Cruzeiro.
O terceiro gol tricolor quase surgiu em um chute de Hernanes. A bola desviou e saiu para escanteio. Neste momento, o técnico Renato Gaúcho chamou Edmundo, que entrou no lugar Edu.
Aos 11 minutos, um lance que gerou muitas reclamações dos vascaínos. Wagner Diniz dividiu com Miranda na área. O árbitro Leonardo Gaciba não deu nada.
O Vasco foi para o tudo ou nada. E passou a tentar cruzar bolas para a área. Em uma delas, Eduardo Luiz cabeceou e Rogério Ceni salvou o São Paulo com uma defesa complicada no canto direito.
O clima era tenso. Edmundo reclamou da arbitragem e levou o cartão amarelo. Um torcedor jogou uma garrafa no gramado e foi preso pelos policiais. Aos 18 minutos, Leandro Amaral recebeu na área e chutou. Rogério Ceni espalmou para escanteio. Aos 22, Alex Teixeira aproveitou rebote da defesa e chutou para fora.
Aos 29, nova chance de ouro para os vascaínos. Wagner Diniz recebeu na área e chutou na saída do goleiro Rogério Ceni. O camisa 1 defendeu bem. Logo depois, Edmundo novamente falhou em um momento decisivo do Vasco. A bola sobrou limpa para o Animal na marca do pênalti. Mas ele isolou e colocou a mão na cabeça. Era a imagem do Vasco, desesperado na luta contra o rebaixamento. No fim, Leandro Amaral, muito mal na partida, era vaiado pelos torcedores. Já a torcida tricolor soltava o grito de campeão.
30/11/2008 - DOM - 19:04 - VASCÃO VENCE CORITIBA MAS SITUAÇÃO É CRÍTICA: 2 A 0
O JOGO
Antes do jogo, Mateus ergueu os braços para o céu. Pedia uma ajuda divina. Mas foi justamente o meia que perdeu a primeira boa chance do Vasco. Aos sete minutos, Madson fez boa jogada e cruzou para Mateus. Mas o goleiro Vanderlei, com muita coragem, dividiu com o vascaíno e afastou o perigo. Em seguida, o Coxa que quase marcou. Arílton colocou entre as pernas de Vilson, driblou Jonílson e chutou cruzado. A bola passou muito perto da trave direita do goleiro Rafael. Que susto para os vascaínos.
O Vasco começou a jogar com bastante velocidade e passou a surpreender a marcação do Coritiba. Aos 14 minutos, Mateus perdeu uma chance incrível. Leandro Amaral foi até a linha de fundo e tocou para trás. A bola ficou limpa para o meia, mas o chute saiu torto e foi para fora. Mas no minuto seguinte, o Vasco abriu o placar. O zagueiro Maurício escorregou ao dominar a bola. Alex Teixeira foi esperto, roubou a bola, driblou um marcador e chutou. Vanderlei espalmou nos pés de Leandro Amaral, que tocou para o fundo da rede. Vasco 1 a 0. Todos os jogadores se abraçaram, a torcida comemorava.
Quatro minutos depois, o Vasco desperdiçou uma ótima oportunidade de fazer o segundo gol. Em um contra-ataque rápido, Alex Teixeira partiu livre e tinha Madson e Leandro Amaral ao seu lado contra apenas um marcador. Mas o meia tocou errado e o time carioca perdia uma chance de ouro.
Aos 22 minutos, a resposta do Coritiba. Cobrança de escanteio, Maurício subiu livre e cabeceou. A bola passou muito perto e foi para fora. Naquele momento, o Atlético-PR marcava o primeiro gol contra o Náutico. O Vasco, então, saía da zona de rebaixamento. Pouco depois, um lance polêmico. Ariel e Odvan se agarraram na área. Lance normal. Mas o técnico Dorival Júnior reclamou muito com o árbitro Alício Pena Júnior.
No final do primeiro tempo, Leandro Amaral quase ampliou. Após cruzamento de Madson, o atacante cabeceou e o goleiro Vanderlei se esticou todo para espalmar para escanteio. E o Coxa novamente reclamou de um pênalti, agora de Odvan em Keirrison. Novamente nada aconteceu. Os vascaínos saíram irritados e foram reclamar com o árbitro do cai-cai dos atacantes do Coxa.
- Eles estão pressionando o árbitro para marcar o pênalti - disse Odvan no intervalo.
O Coritiba voltou com duas mudanças para o segundo tempo. Carlinhos Paraíba e Ariel saíram para as entradas de Guarú e Jailson. Mas antes de a partida recomeçar, uma cena curiosa. O árbitro Alício Pena Júnior se dirigiu até a lateral do gramado para retirar um filhote de quero-quero e foi atacado pelos "pais" do passarinho.
Bola rolando e o Vasco logo fez o segundo gol. Leandro Amaral tocou para Alex Teixeira, que tocou de cabeça e foi derrubado por Alê. Pênalti bem marcado pelo árbitro. Alguns torcedores ficaram de costas para o campo. Leandro Amaral cobrou bem, com força, no canto direito do goleiro Vanderlei. Vasco 2 a 0. Foi o 11º gol do atacante cruzmaltino no Campeonato Brasileiro.
Mas a alegria cruzmaltina diminuiu quando o placar eletrônico mostrou que o Figueirense vencia o Botafogo, no Engenhão. Com o resultado, o Vasco voltava para a zona de rebaixamento.
Aos nove minutos, o terceiro gol só não saiu por preciosismo de Leandro Amaral. Ele recebeu passe de Wagner Diniz e estava livre na pequena área. Mas tentou fazer o gol de letra. O goleiro Vanderlei defendeu. Renato Gáucho foi a loucura no banco de reservas reclamando com o atacante.
Aos 21 minutos, o Coritiba voltou a assustar. Marlon tabelou com Keirrison e chutou da entrada da área para fora. O gol não saiu, mas a torcida comemorou. É que o alto-falante do estádio Couto Pereira anunciou o gol de empate do Náutico na partida com o Atlético-PR. O rival do Coxa também está na briga contra o rebaixamento. O resultado era ruim para o Vasco, que voltava a ficar atrás do time pernambucano.
Em um dos camarotes do estádio Couto Pereira, o levantador Marcelinho, vascaíno de coração, vibrava com a vitória, mas sofria ao saber dos resultados da rodada.
Edmundo ainda entrou nos minutos finais. Mas o jogo perdeu a emoção. Veio o apito final do árbitro Alício Pena Júnior e, com ele, a notícia pelo alto-falante da vitória do Náutico sobre o Atlético-PR. A vitória não foi tão doce. Mas a esperança permanece viva para a torcida do cruzmaltina.
- O importante é que vencemos. Os resultados não foram favoráveis
para gente. Agora seja o que Deus quiser na última rodada - disse Madson.
07/12/2008 - DOM - 19:01 - VASCO PERDE PARA O VITÓRIA E ESTÁ REBAIXADO: 2 A 0
O JOGO
Com espaço dado pela zaga do Vasco graças ao esquema ofensivo do técnico Renato Gaúcho, o Vitória começou o jogo pressionando especialmente pelo lado direito com o lateral Wallace. Mas a torcida não se deixou abater, gritando sem parar para apoiar o time cruzmaltino e, aos cinco minutos, Edmundo começou a se irritar com o arbitragem quando uma levava a bola pela direita, foi derrubado, mas nada foi marcado. A primeira boa chance vascaína aconteceu aos oito, quando Madson cobrou falta pela direita, a zaga não afastou bem e a bola sobrou para Alex Teixeira soltar o pé para defesa segura do goleiro Gléguer. No minuto seguinte, Matheus arriscou de longe e errou o alvo.
O Vitória voltou a se animar aos dez minutos quando Jackson percebeu a penetração de Leandro Domingues. O camisa 10 chegou chutando, mas, desta vez, mandou por cima da meta defendida por Rafael. A postura ofensiva dos baianos proporcionou um contra-ataque aos donos da casa aos 14. Edmundo lançou Alex Teixeira, mas Leonardo Silva estava atento, desviou e Gléguer afastou de vez o perigo com os pés.
Neste momento, o Atlético-PR abriu o placar diante do Flamengo, em Curitiba, resultado que não favorecia o Vasco, e, por isso, não foi mostrado no placar eletrônico de São Januário. Mesmo aparentemente sem saber da má notícia, o time vascaíno parecia nervoso, tanto que Odvan levou um cartão amarelo sem a bola estar em jogo por empurrar repetidamente um adversário antes do escanteio ser cobrado.
Aos 22, o grito de gol quase ecoou em São Januário. Madson mandou uma bomba, Edmundo, em posição de impedimento, apareceu na cara de Gléguer, que espalmou nos pés de Matheus. O meia fez o gol, que foi invalidado devido à posição irregular do Animal. A rede foi balançada dois minutos depois, mas não do jeito que a torcida cruzmaltina imaginava. Marquinhos tocou para Leandro Domingues entrar livre na área e vencer o goleiro para fazer 1 a 0 a favor dos visitantes.
O Vasco não se ajudava, mas o Inter bem que fazia sua parte ao inaugurar o placar contra o Figueirense. Na Arena da Baixada, no entanto, o Atlético-PR aumentava a vantagem sobre o Flamengo para 2 a 0. Em São Januário, quem seguia melhor era a equipe baiana. Leandro Domingues desequilibrou em dois lances. Aos 29, o meia aplicou um drible da vaca em Odvan, mas adiantou demais a bola, e , aos 31, em cobrança de escanteio, Leonardo Silva deu uma cabeçada que passou raspando.
Sem tranqüilidade para criar bons lances, a saída encontrada por Madson, aos 39, foi arriscar de longe e o chute passou bem perto. O Vitória segurava o resultado, enquanto o placar se movimentava no Paraná. O Fla reagiu, mas o Furacão também marcou e o placar de 3 a 2 para o time da casa ainda não adiantava para o Vasco. Com apenas um resultado a seu favor, precisando de vitória do Santos, que empatava sem gols, ou do Fla, que perdia, o Gigante da Colina deixou o campo com a torcida em silêncio com um incentivo no placar eletrônico: "Vascaínos, vamos virar esse jogo. Aplauda e incentive o nosso time".
A torcida voltou para o segundo tempo com ainda mais ânimo e o Vasco também. Gléguer apareceu bem em dois lances fazendo uma bela defesa na cabeçada de Leandro Amaral aos cinco, e pegando firme um chute de Madson no minutos seguinte. Aos sete, a bola desviada na zaga quase entrou na própria rede do Vitória. Só dava Vasco e Odvan tentou alcançar bola pelo alto que sobraria para Leandro Amaral cara a cara com o goleiro. Aos dez, Edmundo recebeu de Leandro Amaral, penetrou na área rubro-negra e bateu cruzado sem direção.
O Vasco seguia pressionando mesmo sem os resultados ajudarem, pois o Atlético-PR vencia e o Náutico segurava o empate contra o Santos. O único resultado favorável acontecia em Florianópolis, pois, mesmo o Figueirense empatando diante do Inter, a vitória vascaína bastava para ultrapassar o rival catarinense.
Aos 15, Madson bateu falta e Gléguer brilhou novamente com mais uma defesaça. O ritmo alucinante do início da segunda etapa foi diminuindo quando o Figueirense virou diante do Inter para 3 a 1 com dois gols seguidos. Neste momento, nenhum resultado ajudava o time cruzmaltino a se salvar, incluindo o do próprio Vasco.
Jorge Luiz perdeu mais uma chance pelo alto, aos 28, mas, logo depois, o Vitória aproveitou o desespero do rival para fazer o segundo gol. Ricardinho fez boa jogada dentro da área e tocou na saída de Rafael. Adriano entrou de carrinho para colocar 2 a 0 no placar. Pedrinho não segurou a emoção e foi às lágrimas no banco se reservas. A torcida também já incrédula começou a deixar São Januário. Sob os gritos de "Não é humilhação, o Vasco é tradição", a torcida", os cruzmaltinos aparentemente se conformaram com o rebaixamento.
Leandro Domingues ainda ameaçou o gol cruzmaltino aos 37 minutos, mas Rafael fez a defesa. Já em clima, o Vasco tentava desordenadamente diminuir a vantagem dos visitantes. Mas não havia organização para virada ou para qualquer tipo de reação. A tristeza estava na face de cada vascaíno, que acreditou até o último minuto na virada. A virada, no entanto, só começa em 2009, quando o time cruzmaltino vai buscar retornar ao seu lugar de direito: a Série A do Brasileirão.